Porque "uma biblioteca não é um sarcófago", este é o blogue da comunicação entre os responsáveis pela Biblioteca da Escola Secundária de Alcochete e todos os seus utilizadores ou amigos... Trata-se de informar, partilhar, servir, soltar palavras em todas as ocasiões para comunicar em tempos de lazer, de descontração ou de trabalho!
terça-feira, 9 de abril de 2013
MediaLab do DN - 8º anos
Foi no dia 3 de março. A Literacia mediática é isto: saber utilizar os meios de comunicação social para aprender. Os alunos viram um vídeo sobre esta necessidade de sabermos utilizar esses meios e cada par de alunos, com as notícias selecionadas para esse dia, fizeram uma primeira página. Foi interessante verificar que cada par acabou por selecionar informação sempre diferente, como podem verificar a partirn destes exemplos que estão expostos na biblioteca da ESA:
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Exposição sobre o MAR - Clube de Design e o MAR
Aqui estão as fotografias do trabalho destas alunas e da professora Irisalda que cederam o seu tempo disponível e enfeitaram a biblioteca. Obrigada!! Com as duas molduras realizadas pela equipa: poema de Sophia de M.B.A. e abertura da semana temática.
Algumas fotos da turma do 12º ano...a trabalhar
Vejam umas fotografias dos ensaios e do que fizeram para os figurinos e os adereços. Concurso: A minha escola adota um museu, um palácio, um monumento - com o MAR. As alunas escreveram também os textos.
domingo, 3 de março de 2013
O Mar- 12º ano PTAI
Em articulação com a BE, a turma do 12º ano Profissional de Apoio à Infância continua a responder aos desafios colocados. Desta vez, o Mar é o grande tema do trabalho que estão a preparar para ser apresentado à Comunidade Escolar. O trabalho consiste no estudo do espólio do Museu do Mar de Cascais e na escrita de texto para a representação (expressão dramática e expressão corporal). É também uma homenagem ao rei D. Carlos.
As alunas preparam também os adereços e figurinos. Um trabalho árduo com o acompanhamento muito especial dos professores Carlos Soares e Fátima Carvalho. O desejo da turma e dos docentes, incluindo a BE que lançou este desafio, e que possam participaçar no Concurso A Minha Escola Adota um Museu.
O Mar na literatura portuguesa
A BE fará uma pequena palestra subordinada a este tema, no dia 13 de março, de manhã - para as turmas do ensino regular - e pelas 21 horas, para as turmas EFA. A palestra decorrerá no auditório. A equipa preparou os materiais para esta atividade. Os docentes das turmas do ensino regular podem inscrever-se na biblioteca.
A viagem começará na Idade Média e acabará no séc. XX, ou seja, será uma viagem rápida de 8 séculos de literatura...atravessando o Mar...com vários autores e obras da nossa literatura. E também teremos poesia musicada...
“O mar enrola na areia/ninguém sabe o que ele diz/ bate na areia e desmaia/ porque se sente feliz”. (canção infantil)
Aqui fica o poema de Miguel Torga, sobre o Mar:
A viagem começará na Idade Média e acabará no séc. XX, ou seja, será uma viagem rápida de 8 séculos de literatura...atravessando o Mar...com vários autores e obras da nossa literatura. E também teremos poesia musicada...
“O mar enrola na areia/ninguém sabe o que ele diz/ bate na areia e desmaia/ porque se sente feliz”. (canção infantil)
Aqui fica o poema de Miguel Torga, sobre o Mar:
Mar
Mar!
Tinhas um nome que ninguém temia:
Eras um campo macio de lavrar
Ou qualquer sugestão que apetecia...
Tinhas um nome que ninguém temia:
Eras um campo macio de lavrar
Ou qualquer sugestão que apetecia...
Mar!
Tinhas um choro de quem sofre tanto
Que não pode calar-se, nem gritar,
Nem aumentar nem sufocar o pranto...
Tinhas um choro de quem sofre tanto
Que não pode calar-se, nem gritar,
Nem aumentar nem sufocar o pranto...
Mar!
Fomos então a ti cheios de amor!
E o fingido lameiro, a soluçar,
Afogava o arado e o lavrador!
Fomos então a ti cheios de amor!
E o fingido lameiro, a soluçar,
Afogava o arado e o lavrador!
Mar!
Enganosa sereia rouca e triste!
Foste tu quem nos veio namorar,
E foste tu depois que nos traíste!
Enganosa sereia rouca e triste!
Foste tu quem nos veio namorar,
E foste tu depois que nos traíste!
Mar!
E quando terá fim o sofrimento!
E quando deixará de nos tentar
O teu encantamento!
E quando terá fim o sofrimento!
E quando deixará de nos tentar
O teu encantamento!
in "Poemas Ibéricos"
O Velho e o Mar - Semana da Leitura
Depois de um mês de fevereiro com Leituras Terríveis , no auditório (dia 15) e muitos escritores - como o autor da adaptação Tristão e Isolda, Joseph Bédier, o Livro do mês- para além de outros nascidos em dezembro e janeiro (exposição no corredor principal), a BE prepara uma outra exposição de escritores, juntando aqueles que nasceram em fevereiro e março, no corredor principal. Depois, será a vez de espalhar em Inglês e Português O Livro do Mês : O Velho e o Mar de Ernest Hemingway, o grande escritor norte-americano. A razão de se pensar no mar é que a Semana da Leitura vai começar - apesar de um pouco mais tarde...este ano.
A BE aconselha a que todos vejam esta curta-metragem fabulosa de 1999, depois da leitura do livro (em Português e Inglês):
O velho e o mar (The old man and the sea) é um curta de 1999, de Aleksandr Petrov. Baseado no texto homónimo de Ernest Hemingway, foi indicado e venceu o Oscar de Melhor Curta de Animação. O filme foi todo feito a partir de pinturas com dedos e pincéis em placas de vidro.
A BE aconselha a que todos vejam esta curta-metragem fabulosa de 1999, depois da leitura do livro (em Português e Inglês):
O velho e o mar (The old man and the sea) é um curta de 1999, de Aleksandr Petrov. Baseado no texto homónimo de Ernest Hemingway, foi indicado e venceu o Oscar de Melhor Curta de Animação. O filme foi todo feito a partir de pinturas com dedos e pincéis em placas de vidro.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Encontro Intergeracional
Vai ser no dia 14 de fevereiro, na Biblioteca Municipal. O 8º A preparará uma entrevista, a leitura de uns poemas. Um casal de velhotes muito simpáticos responderá às perguntas sobre como era namorar e casar há muitos anos. É uma atividade que tem se vindo a repetir, organizada pela RBAL (Rede de Bibliotecas de Alcochete). Uma gracinha...
Amor Burguês
Crónica de José Luís Peixoto, própria para esta altura do Ano:
Havemos de engordar juntos.
Normalmente, toda a gente está demasiado preocupada em colocar a barra que diz "cliente seguinte", estão ansiosos, nervosos, têm medo que aquele que está à frente lhes leve os iogurtes, têm medo de pagar o fiambre daquele que está atrás. Enquanto não marcam essa divisão, não descansam. Depois, não descansam também, inventam outras maneiras de distrair-se. É por isso que poucos chegam a aperceber-se de que a verdadeira imagem do amor acontece na caixa do supermercado, naqueles minutos em que um está a pôr as compras no tapete rolante e, na outra ponta, o outro está a guardá-las nos sacos.
As canções e os poemas ignoram isto. Repetem campos, montanhas, praias, falésias, jardins, love, love, love, mas esse momento específico, na caixa do supermercado, tão justo e tão certo, é ignorado ostensivamente por todos os cantores e poetas românticos do mundo. Bem sei que há a crueza das lâmpadas fluorescentes, há o barulho das caixas registadoras, pim-pim-pim, há o barulho das moedas a caírem nas gavetas de plástico, há a musiquinha e os altifalantes: responsável da secção de produtos sazonais à caixa 12, responsável da secção de produtos sazonais à caixa 12; mas tudo isso, à volta, num plano secundário, só deveria servir para elevar mais ainda a grandeza nuclear desse momento.
É muito fácil confundir o banal com o precioso quando surgem simultâneos e quase sobrepostos. Essa é uma das mil razões que confirma a necessidade da experiência. Viver é muito diferente de ver viver. Ou seja, quando se está ao longe e se vê um casal na caixa do supermercado a dividir tarefas, há a possibilidade de se ser snob, crítico literário; quando se é parte desse casal, essa possibilidade não existe. Pelas mãos passam-nos as compras que escolhemos uma a uma e os instantes futuros que imaginámos durante essa escolha: quando estivermos a jantar, a tomar o pequeno-almoço, quando estivermos a pôr roupa suja na máquina, quando a outra pessoa estiver a lavar os dentes ou quando estivermos a lavar os dentes juntos, reflectidos pelo mesmo espelho, com a boca cheia de pasta de dentes, a comunicar por palavras de sílabas imperfeitas, como se tivéssemos uma deficiência na fala.
Ter alguém que saiba o pin do nosso cartão multibanco é um descanso na alma. Essa tranquilidade faz falta, abranda a velocidade do tempo para o nosso ritmo pessoal. É incompreensível que ninguém a cante.
As canções e os poemas ignoram tanto acerca do amor. Como se explica, por exemplo, que não falem dos serões a ver televisão no sofá? Não há explicação. O amor também é estar no sofá, tapados pela mesma manta, a ver séries más ou filmes maus. Talvez chova lá fora, talvez faça frio, não importa. O sofá é quentinho e fica mesmo à frente de um aparelho onde passam as séries e os filmes mais parvos que já se fizeram. Daqui a pouco começam as televendas, também servem.
Havemos de engordar juntos.
Estas situações de amor tornam-se claras, quase evidentes, depois de serem perdidas. Quando se teve e se perdeu, a falta de amor é atravessar sozinho os corredores do supermercado: um pão, um pacote de leite, uma embalagem de comida para aquecer no micro-ondas. Não é preciso carro ou cesto, não se justifica, carregam-se as compras nos braços. Depois, como não há vontade de voltar para a casa onde ninguém espera, procura-se durante muito tempo qualquer coisa que não se sabe o que é. Pelo caminho, vai-se comprando e chega-se à fila da caixa a equilibrar uma torre de formas aleatórias.
Quando se teve e se perdeu, a falta de amor é estar sozinho no sofá a mudar constantemente de canal, a ver cenas soltas de séries e filmes e, logo a seguir, a mudar de canal por não ter com quem comentá-las. Ou, pior ainda, é andar ao frio, atravessar a chuva, apenas porque se quer fugir daquele sofá.
E os amigos, quando sabem, não se surpreendem. Reagem como se soubessem desde sempre que tudo ia acabar assim. Ofendem a nossa memória.
Nós acreditávamos.
Havemos de engordar juntos, esse era o nosso sonho. Há alguns anos, depois de perder um sonho assim, pensaria que me restava continuar magro. Agora, neste tempo, acredito que me resta engordar sozinho.
José Luís Peixoto, in revista Visão (Janeiro, 2012)
Havemos de engordar juntos.
Normalmente, toda a gente está demasiado preocupada em colocar a barra que diz "cliente seguinte", estão ansiosos, nervosos, têm medo que aquele que está à frente lhes leve os iogurtes, têm medo de pagar o fiambre daquele que está atrás. Enquanto não marcam essa divisão, não descansam. Depois, não descansam também, inventam outras maneiras de distrair-se. É por isso que poucos chegam a aperceber-se de que a verdadeira imagem do amor acontece na caixa do supermercado, naqueles minutos em que um está a pôr as compras no tapete rolante e, na outra ponta, o outro está a guardá-las nos sacos.
As canções e os poemas ignoram isto. Repetem campos, montanhas, praias, falésias, jardins, love, love, love, mas esse momento específico, na caixa do supermercado, tão justo e tão certo, é ignorado ostensivamente por todos os cantores e poetas românticos do mundo. Bem sei que há a crueza das lâmpadas fluorescentes, há o barulho das caixas registadoras, pim-pim-pim, há o barulho das moedas a caírem nas gavetas de plástico, há a musiquinha e os altifalantes: responsável da secção de produtos sazonais à caixa 12, responsável da secção de produtos sazonais à caixa 12; mas tudo isso, à volta, num plano secundário, só deveria servir para elevar mais ainda a grandeza nuclear desse momento.
É muito fácil confundir o banal com o precioso quando surgem simultâneos e quase sobrepostos. Essa é uma das mil razões que confirma a necessidade da experiência. Viver é muito diferente de ver viver. Ou seja, quando se está ao longe e se vê um casal na caixa do supermercado a dividir tarefas, há a possibilidade de se ser snob, crítico literário; quando se é parte desse casal, essa possibilidade não existe. Pelas mãos passam-nos as compras que escolhemos uma a uma e os instantes futuros que imaginámos durante essa escolha: quando estivermos a jantar, a tomar o pequeno-almoço, quando estivermos a pôr roupa suja na máquina, quando a outra pessoa estiver a lavar os dentes ou quando estivermos a lavar os dentes juntos, reflectidos pelo mesmo espelho, com a boca cheia de pasta de dentes, a comunicar por palavras de sílabas imperfeitas, como se tivéssemos uma deficiência na fala.
Ter alguém que saiba o pin do nosso cartão multibanco é um descanso na alma. Essa tranquilidade faz falta, abranda a velocidade do tempo para o nosso ritmo pessoal. É incompreensível que ninguém a cante.
As canções e os poemas ignoram tanto acerca do amor. Como se explica, por exemplo, que não falem dos serões a ver televisão no sofá? Não há explicação. O amor também é estar no sofá, tapados pela mesma manta, a ver séries más ou filmes maus. Talvez chova lá fora, talvez faça frio, não importa. O sofá é quentinho e fica mesmo à frente de um aparelho onde passam as séries e os filmes mais parvos que já se fizeram. Daqui a pouco começam as televendas, também servem.
Havemos de engordar juntos.
Estas situações de amor tornam-se claras, quase evidentes, depois de serem perdidas. Quando se teve e se perdeu, a falta de amor é atravessar sozinho os corredores do supermercado: um pão, um pacote de leite, uma embalagem de comida para aquecer no micro-ondas. Não é preciso carro ou cesto, não se justifica, carregam-se as compras nos braços. Depois, como não há vontade de voltar para a casa onde ninguém espera, procura-se durante muito tempo qualquer coisa que não se sabe o que é. Pelo caminho, vai-se comprando e chega-se à fila da caixa a equilibrar uma torre de formas aleatórias.
Quando se teve e se perdeu, a falta de amor é estar sozinho no sofá a mudar constantemente de canal, a ver cenas soltas de séries e filmes e, logo a seguir, a mudar de canal por não ter com quem comentá-las. Ou, pior ainda, é andar ao frio, atravessar a chuva, apenas porque se quer fugir daquele sofá.
E os amigos, quando sabem, não se surpreendem. Reagem como se soubessem desde sempre que tudo ia acabar assim. Ofendem a nossa memória.
Nós acreditávamos.
Havemos de engordar juntos, esse era o nosso sonho. Há alguns anos, depois de perder um sonho assim, pensaria que me restava continuar magro. Agora, neste tempo, acredito que me resta engordar sozinho.
José Luís Peixoto, in revista Visão (Janeiro, 2012)
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Dia 28 de janeiro vem a Amnistia Internacional
Vamos, na 2ª feira, assistir a uma sessão sobre Os Direitos Humanos. Depois do almoço, pelas 13.30. As razões desta palestra prendem-se com o facto de no dia 27/1 se comemorar o Dia do Holocausto.
Vamos relembrar, pois é importante não esquecer...
Dia 27 de janeiro
Vamos relembrar o Holocausto.
A Biblioteca disponibiliza materiais de apoio a esta temática e relembra que tem filmes e livros indicados para a temática, tais como:
O Agiota - história de um judeu que esteve num campo de concentração e de como isso condicionou a sua vida
O Diário de Anne Frank - temos o livro e o filme
Páginas de Liberdade- uma turma difícil, uma professora de Inglês, a leitura e a escrita e a amizade, tudo em conjunto para sermos melhores pessoas e mais livres (o diário dos alunos existe em livro)
A Vida é Bela - 2ª guerra, morte, amor, família
A Lista de Schindler- salvar os judeus de morrerem no gueto, foi essa a forma de o conseguir (trabalho numa fábrica).
Podem ler ainda:
O Mundo em que vivi- Ilse Losa (uma judia que saiu da Alemanha nazi e que veio viver para Portugal)
Maus - BD de Art Spiegelman (uma BD que retrata os alemães como ratos, Maus era o nome de um tipo de carro de combatee o autor joga com a palavra mouse, em inglês)
O rapaz do pijama às riscas - John Boyle
O autor de Maus no festival de BD de Angoulême, França (2012):
Existem muitos livros de História na biblioteca sobre esta temática.
A Biblioteca disponibiliza materiais de apoio a esta temática e relembra que tem filmes e livros indicados para a temática, tais como:
O Agiota - história de um judeu que esteve num campo de concentração e de como isso condicionou a sua vida
O Diário de Anne Frank - temos o livro e o filme
Páginas de Liberdade- uma turma difícil, uma professora de Inglês, a leitura e a escrita e a amizade, tudo em conjunto para sermos melhores pessoas e mais livres (o diário dos alunos existe em livro)
A Vida é Bela - 2ª guerra, morte, amor, família
A Lista de Schindler- salvar os judeus de morrerem no gueto, foi essa a forma de o conseguir (trabalho numa fábrica).
Podem ler ainda:
O Mundo em que vivi- Ilse Losa (uma judia que saiu da Alemanha nazi e que veio viver para Portugal)
Maus - BD de Art Spiegelman (uma BD que retrata os alemães como ratos, Maus era o nome de um tipo de carro de combatee o autor joga com a palavra mouse, em inglês)
O rapaz do pijama às riscas - John Boyle
O autor de Maus no festival de BD de Angoulême, França (2012):
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Poema e frases com Esperança
Um belo poema do poeta chileno, já falecido, Pablo Neruda, para lembrar que devemos ajudar a pátria a lutar, apesar do desânimo. Um poeta que foi Prémio Nobel da Literatura e um defensor da palavra, da liberdade:
EL MONTE Y EL RIO
EL MONTE Y EL RIO
EN mi patria hay un monte.
En mi patria hay un rio.
Ven conmigo.
La noche al monte sube.
El hambre baja al río.
Ven conmigo.
Quiénes son los que sufren?
No sé, pero son míos.
Ven conmigo.
No sé, pero me llaman
y me dicen "Sufrimos".
Ven conmigo.
Y me dicen: "Tu pueblo,
tu pueblo desdichado,
entre el monte y el río,
con hambre y con dolores,
no quiere luchar solo,
te está esperando, amigo".
Oh tú, la que yo amo,
pequeña, grano rojo
de trigo,
será dura la lucha,
la vida será dura,
pero vendrás conmigo.
Pablo Neruda
En mi patria hay un rio.
El hambre baja al río.
y me dicen "Sufrimos".
tu pueblo desdichado,
entre el monte y el río,
no quiere luchar solo,
te está esperando, amigo".
pequeña, grano rojo
de trigo,
será dura la lucha,
la vida será dura,
pero vendrás conmigo.
Um Bom Ano
Começamos este novo ano com esperança. A BE recomenda a leitura do livro:
O Rapaz do Pijama às Riscas, de John Boyne.
Este livro aborda a amizade entre dois rapazes diferentes, um vive dentro de um campo de concentração; o outro é filho do inimigo alemão e vive do outro lado. São inocentes. Pergunta-se: para quê uma guerra que faz isto às pessoas? Essa pergunta vem do olhar destas crianças e de tantas outras que foram vítimas da 2ª guerra mundial e que continuam a ser vítimas das guerras que nunca mais têm fim (caso da guerra na Síria). Apelemos à paz, neste mês que comemora a paz...
O Rapaz do Pijama às Riscas, de John Boyne.
domingo, 30 de dezembro de 2012
Votos de Boas Festas: da nossa BE
Damos votos - um pouco atrasados- que o Natal tenha sido simpático e que este período de pausa letiva tenha trazido algum descanso a todos aqueles que dele precisavam... Também gostamos do Natal, na nossa Biblioteca: um expositor com livros, postais de Natal - dos alunos de Espanhol do 10º ano - e um pequeno presépio oferecido por uma aluna do 6º ano, da Escola D. Manuel I...
Digam lá que a nossa árvore não ficou linda? Os pais natais ficaram a espreitar, mas não reclamaram, pois correu bem este 1º período!!
Um Bom Ano!!
Digam lá que a nossa árvore não ficou linda? Os pais natais ficaram a espreitar, mas não reclamaram, pois correu bem este 1º período!!
Um Bom Ano!!
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Leituras de Natal
A Be recomenda a leitura de livros/contos que abordem estas temáticas, como:
A prenda de Natal, de Glenn Beck
O Pai Natal não existe, de Nilton
Maigret e os mistérios de Natal, de Simenon
O cãozinho que chegou no Natal, de Megan Rix
O cântico de Natal, de Charles Dickens
A noite de Natal, de Sophia de Mello Breyner Andresen
O pinheirinho, de Hans Christian Andersen
Bolo-Rei, de Maria Rosa Colaço
Uma estrela, de Manuel Alegre
Os magos que não chegaram a Belém, de Luísa Dacosta
O espírito do Natal, de José Jorge Letria
O primeiro Natal em Portugal, de Luísa Ducla Soares
Estes textos (entre outros) estão on-line aqui, é só clicarem:
http://preparandonatal.wordpress.com/espirito-de-natal/
Aqui, em baixo, em BD, um excerto do texto de Dickens, referido, em cima (vindo do Brasil):
A prenda de Natal, de Glenn Beck
O Pai Natal não existe, de Nilton
Maigret e os mistérios de Natal, de Simenon
O cãozinho que chegou no Natal, de Megan Rix
O cântico de Natal, de Charles Dickens
A noite de Natal, de Sophia de Mello Breyner Andresen
O pinheirinho, de Hans Christian Andersen
Bolo-Rei, de Maria Rosa Colaço
Uma estrela, de Manuel Alegre
Os magos que não chegaram a Belém, de Luísa Dacosta
O espírito do Natal, de José Jorge Letria
O primeiro Natal em Portugal, de Luísa Ducla Soares
Estes textos (entre outros) estão on-line aqui, é só clicarem:
http://preparandonatal.wordpress.com/espirito-de-natal/
Aqui, em baixo, em BD, um excerto do texto de Dickens, referido, em cima (vindo do Brasil):
Feira do Livro na BE
Decorreu na BE a feira do livro, em articulação com a editora Leya. Apesar do muito interesse por alguns títulos, os alunos não têm possibilidades económicas para a aquisição de livros, o que é pena.
Novos filmes na BE
A BE adquiriru dois filmes e recebeu outros três.
Um sobre a 2ª guerra e os seus efeitos num judeu. Um filme premiado: "O Agiota".
Um segundo filme para a área do desporto, sobre a fama e os seus perigos, numa prestação fabulosa de Kirk Douglas " O Grande Ídolo".
Para a ciência " O Segredo de Darwin", também com atores fabulosos. Uma biografia de qualidade.
Temos ainda dois documentários:" Inside Job" (para a área de Economia, Gestão, História) e "Diana" (sobre a princesa).
Um sobre a 2ª guerra e os seus efeitos num judeu. Um filme premiado: "O Agiota".
Um segundo filme para a área do desporto, sobre a fama e os seus perigos, numa prestação fabulosa de Kirk Douglas " O Grande Ídolo".
Para a ciência " O Segredo de Darwin", também com atores fabulosos. Uma biografia de qualidade.
Temos ainda dois documentários:" Inside Job" (para a área de Economia, Gestão, História) e "Diana" (sobre a princesa).
Direitos Humanos: 1ª guerra na literatura
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Temos mascote
Os alunos do 10º ano de Artes escolheram uma mascote para a BE e deitaram mãos à obra. O resultado? Três camaleões de cores diferentes que representam o trabalho diverso de uma BE escolar.
No dia 29 de novembro, houve histórias no auditório
A Paula Margato da Biblioteca Municipal veio a convite da BE e dos alunos do Profissional de Desporto (10º e 11º anos) contar histórias no auditório da escola, numa atividade intitulada: "Pré-escolar a brincar". Mais de 200 alunos do pré-escolar ouviram a versão da carochinha, apoiada por imagens que a BE da ESA foi projetando. Das 10 horas às 12 horas.
Vejam as fotografias e digam lá se não houve história...
Dickens veio também à escola
Em várias disciplinas, Dickens veio à escola, pela mão da BE. A equipa preparou os materiais para Português, Inglês e AI. Até dezembro, estas disciplinas escolheram partes da obra e/ou da biografia e trabalharam um pouco sobre este grande escritor inglês que comemora o seu bicentenário. Houve filmes, leitura/audição de excertos e da sua biografia e escrita a partir de uma parte do filme Oliver Twist. O livro do mês de novembro foi Oliver Twist.
Dickens até teve direito a caricatura- ver post anterior.
Jorge Amado veio à escola
No centenário deste autor...valeu a pena recordá-lo, agora à noite, porque os alunos do Básico e Secundário já tinham falado do autor durante o ano letivo transato.
Cartazes pela escola sobre a ciência e exposição
Ainda durante este mês a Be articulou com o Laboratório de Design para uma pequena exposição sobre cientistas e escritores que abordem temáticas científicas. Foi ver os alunos a trabalharem e o resultado ficou à vista : dentro e fora da BE. De Darwin, a Madame Curie, Eisntein, até escritores como Dickens e Silverstein. Tudo a lembrar este mês.
Exposição sobre os escritores do mês
Depois dos escritores do mês de outubro que se espalharam pelo corredor principal, houve mais escritores do mês de novembro... os do mês de dezembro ainda não ficaram prontos.
Fotografias da peça de teatro " A árvore generosa"
O 12º ano PTAI e os docentes respetivos das Expressões abraçaram este pedido da BE e trataram muito bem do livrinho do Shell Silverstein. Houve ante-estreia no dia 26 de novembro- para os alunos da escola- e no dia 30 houve a estreia para o público do pré-escolar. A ante-estreia decorreu para o público da Secundária - serviu para limar as arestas. As alunas apresentaram fantoches ( de dois tipos), sombras chinesas, expressão dramática e expressão corporal. Tudo bem feito e com muita alegria. Gostámos muito, os alunos e docentes mais crescidos e mais pequenos.
Valeu a pena a articulação, a parceria. No dia 14 de dezembro, as alunas e respetivos docentes deslocaram-se ao Centro Escolar de S. Francisco, para um público de mais de 200 alunos. Um fim de período em beleza...Temos de dar valor!
Valeu a pena a articulação, a parceria. No dia 14 de dezembro, as alunas e respetivos docentes deslocaram-se ao Centro Escolar de S. Francisco, para um público de mais de 200 alunos. Um fim de período em beleza...Temos de dar valor!
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Maratona da Leitura
A turma do 8º B e do 10º E estiveram a ler na biblioteca D. Manuel...e estiveram muito bem. Foi no dia 26/10. Reparem:
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Mês das Bibliotecas Escolares
Um mês dedicado à leitura no agrupamento, tal como serão todos os meses. Mas um mês especial, quando recebemos os alunos para lhes falar do prazer de ler, quando lemos com eles textos de diversos autores que falam da 1ª guerra ou quando levamos Dickens ou Jorge Amado a futuros ou antigos leitores. O jornal reiniciou o novo ano letivo, com a participação dos alunos e da comunidade educativa. E teremos de falar do passado para percebermos o presente e o futuro, sendo este o lema deste mês tão importante em tantas bibliotecas. A RBAL junta-se para um conjunto inovador de iniciativas. Assim, da união seremos mais....abrem-se as portas da imaginação e iniciamos viagem.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Formação de utilizadores: 10º anos
Decorrerá, mais uma vez, a formação de utilizadores às turmas que acabaram de ingressar nesta escola. Este ano, a biblioteca receberá as turmas do 10º ano, acompanhadas pelos diretores de turma, durante 45 minutos. No auditório, os alunos darão uma olhadela a parte do regimento e às suas redes sociais: blogue, página web e facebook (ainda por rentabilizar), para além de serem convidados a participar em algumas iniciativas que irão ser dinamizadas: como o jornal, ou o Clube de Leitura.
Este ano letivo a biblioteca conta com os seguintes colaboradores:
profª Olímpia Silvestre - 3 tempos
profª Paula Ramos- 2 tempos
profª Eduarda Azinheira - 3 tempos
profª Cesarina G. - 4 tempos (à 5ª feira, quando a coordenadora não está)
prof. Manuel Morim - 4 tempos ( à noite)
A coordenadora tem turma na escola D. Manuel I - 5 tempos, reuniões de grupo também são lá. Deve representar a escola nas reuniões mensais SABE e nas reuniões RBAL, para além do CP. A nossa assistente é a Dona Deolinda.
Este ano letivo a biblioteca conta com os seguintes colaboradores:
profª Olímpia Silvestre - 3 tempos
profª Paula Ramos- 2 tempos
profª Eduarda Azinheira - 3 tempos
profª Cesarina G. - 4 tempos (à 5ª feira, quando a coordenadora não está)
prof. Manuel Morim - 4 tempos ( à noite)
A coordenadora tem turma na escola D. Manuel I - 5 tempos, reuniões de grupo também são lá. Deve representar a escola nas reuniões mensais SABE e nas reuniões RBAL, para além do CP. A nossa assistente é a Dona Deolinda.
VI Congresso Internacional do PNL- dia 2 e 3 de outubro
Decorre pela 6ª vez este congresso que junta especialistas em leitura e literacias, vindos de muitos lugares. O programa é aliciante, mas a biblioteca da ESA só acompanhará a sessão de trabalhos durante o dia 2 de outubro, por questões relacionadas com o horário dos colaboradores e da coordenadora. O programa está disponível em : http://www.rbe.min-edu.pt/np4/610.htm.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

.jpg)










