sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Dia 27 de Outubro, às 10 horas, na Biblioteca





Para o dia 27 de Outubro, a Biblioteca preparou uma actividade com uma turma do 7º ano - 7º B- sobre o escritor Alves Redol, o Livro e a Escola.
Esta actividade decorreu às 10 horas da manhã, em parceria também com a Biblioteca Municipal: a doutora Paula Margato veio participar na actividade trazendo-nos também a literatura portuguesa do séc. XX.

PNL - IV Conferência Internacional

Decorreu nos dias 15 e 16 de Outubro a IV Conferência do PNL na Fundação Calouste Gulbenkian.
Com intervenções muito interessantes sobre a leitura na sociedade de informação em que vivemos, os participantes trouxeram as novidades que se inserem na temática da conferência:
Ler no século XXI – Livros, leituras e tecnologias. Salienta-se as intervenções de Antonio Rodriguez de las Heras, de Alexandre Castro Caldas, de José Afonso Furtado, da ministra da Educação Isabel Alçada , de Chris Meade, Teresa Calçada, Fernando Pinto do Amaral, entre outros. Consultem o programa em:

http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/Roteiro/noticia.php?idEvento=603

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Os prémios mais recentes





O novo romance de António Lobo Antunes chega às livrarias esta semana. Também de regresso está um nome maior da literatura brasileira: João Ubaldo Ribeiro. E, para quem leu e gostou de O Oito, recomendamos o livro que dá continuidade à história: O Fogo. Destaque, ainda, para os dois importantes prémios literários atribuídos recentemente: o Prémio Nobel da Literatura foi entregue a Mario Vargas Llosa e o seu novo romance – El Sueño del Celta - já está à venda na WOOK. O Man Booker Prize foi entregue a Howard Jacobson, pelo romance The Finkler Question, também disponível. (Wook)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Outubro - Mês das Bibliotecas Escolares





Durante o mês de Outubro, as turmas do Ensino Básico e Secundário vão ler textos sobre a Escola. Assim, comemoram o mês das Bibliotecas Escolares com escritores como Mark Twain (100 anos do nascimento), Alves Redol, José Saramago, Manuel Alegre, Alice Gomes, Ary dos Santos, Sebastião da Gama, entre outros escritores estrangeiros.


Estes excertos e/ou poemas inscrevem-se nas Comemorações do Centenário da República. Aconselhamos a ida às exposições sobre a República à Biblioteca Municipal e ao Fórum a toda a Comunidade Educativa.

Gullar recebe o prémio Camões 2010



O poeta brasileiro Ferreira Gullar recebeu o prémio Camões ao fim de 60 anos de trabalho poético e de uma dúzia de livros publicados. Ainda hoje a poesia o assalta de surpresa "Nasce do espanto e dura o tempo de um espanto". Pintor, ficcionista por acaso, crítico de arte, tradutor, memorialista, ensaísta, Gullar ainda se espanta com o acto de criação literária.

Perseguido durante a ditadura, o poeta demonstrou a sua alegria porque se escreve para os outros, e se "não somos reconhecidos pelos Outros não existimos."

( Com adaptações do Jornal de Letras)

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Texto do Painel da Biblioteca




Mais um ano que se inicia. Um ano que se deseja de esperança, mas que sabemos ser de dúvidas para todos. Afinal “Quem pensa, existe”, afirmava o grande filósofo Descartes. Então, temos de reflectir. Começaremos por comemorar juntos o Ano Internacional da Biodiversidade e o Centenário da República, neste 1º período, apesar de não esquecermos estas temáticas todos os dias da nossa vida.
A Biblioteca Escolar, apostando na leitura, gostaria de trabalhar com todos os alunos e respectivas famílias, docentes, assistentes operacionais e restante Comunidade Escolar. Como? Promovendo a leitura, em vários suportes, em vários espaços da Escola e da Comunidade. Conta assim com a motivação e a participação da Comunidade Educativa.
E porque “sábio é o que se contenta com o espectáculo do mundo" (como dizia Ricardo Reis, um dos heterónimos de Fernando Pessoa), vamos acreditar que é no conhecimento procurado, ansiado, que “mora” o sentido da vida. Vamos (con)tentar!
A Coordenadora da Biblioteca Escolar

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Ano Internacional da Biodiversidade

A nossa Biblioteca aconselha todos os docentes, alunos, pais e Encarregados de Educação a leitura de dois livros distantes no tempo, mas em que os animais assumem o seu papel no meio envolvente, de uma forma metafórica. Memórias da infância que se cruzam com lições de vida num universo em que o Homem corre atrás do tempo, esquecendo que a felicidade está em observar a natureza, respeitando-a.

Obviamente que falo de Os Bichos de Miguel Torga e de O Sorriso Enigmático do Javali de António Manuel Venda ( livro com edição deste ano). São histórias que se podem seleccionar e ler em qualquer altura.

Voltámos e com força!!

Depois de um grande intervalo, estamos de volta às lides da leitura e dos livros. Vamos partilhar leituras, opiniões, sugestões, alegrias, dificuldades. E porque não há saber sem leitura, sem escrita, cá estamos.

A equipa deseja a todos os alunos, docentes, funcionários (agora assistentes operacionais) e restante Comunidade Educativa um bom ano!

E porque se deve iniciar bem o ano, a Biblioteca da ESA aconselha a visita às duas exposições sobre a República : uma no Fórum e outra na Biblioteca Municipal.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Escola Solidária


A solidariedade e o respeito pelos mais necessitados deve ser uma constante ao longo do ano, e não apenas na época natalícia. A nossa escola tem dado exemplos de solidariedade e ajuda a diversas instituições. Neste Natal, mais uma vez, a comunidade educativa não faltou com a sua ajuda.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

O Tejo ficou mais bonito




As faluas das povoações ribeirinhas dio Tejo como Alcochete, Moita e Vila Franca associaram-se à inauguração do novo Cais das Faluas do Montijo no sábado passado. O Tejo ficou mais colorido e fez brilhar os olhos de todos os amantes do rio, dos mais antigos aos mais novos.Esperamos que a mudança se estenda a outras povoações à beira-tejo.

Flamingos no Tejo


Uma imagem cada vez mais habitual no estuário do nosso belo rio Tejo. Os flamingos são aos milhares e já não nos querem abandonar. É caso para dizer que vieram para ficar contra tudo e contra todos....

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Reflectindo sobre educação

Um dos objectivos da educação dos nossos dias é conseguir indivíduos livres. Esse desiderato foi entregue à escola, pois é um dado adquirido que grande parte das famílias não consegue cumprir uma das funções que, durante muito tempo, foi seu apanágio: o de formar os seus jovens. No nosso tempo, cabe à escola a dupla missão de formar e educar. Esse ónus de que a escola foi incumbida torna o espaço escolar e, por abrangência, todos os educadores, os grandes responsáveis por tudo o que possa acontecer na formação da juventude. Deste modo, como podemos relacionar educação com liberdade? A resposta a esta questão é evidente. Só a educação pode libertar o indivíduo das amarras da ignorância e torná-lo um cidadão capaz de exercer os seus direitos em plenitude e dar-lhe poder de modo a não se tornar um alvo fácil da sociedade depradadora em que vivemos.
Um filósofo da actualidade que tem reflectido sobre as questões da educação é o espanhol Fernando Savater. A mais recente obra publicada em Portugal, intitulada O valor de Educar, da editora D. Quixote, apresenta sábias reflexões sobre o tema com as quais me identifico inteiramente. Todas as pessoas ligadas à educação sabem que nem sempre é fácil identificarmo-nos com as múltiplas concepções de educação que têm proliferado no nosso sistema de ensino. Ao ler os textos de Savater sobre educação, expostos na obra citada, não posso deixar de reflectir sobre grande parte dos males que afectam o nosso sistema educativo, também presentes no sistema espanhol, e que explicam muitas das queixas que formulamos sobre os fins da educação dos nossos tempos.
Como exemplo do que acabei de referir, seleccionei o seguinte excerto da sua obra:
" Era o que Hegel indicava quando estabelecia que ser livre não é nada, tornar-se livre é tudo". Não partimos da liberdade, mas chegamos a ela. Ser livre é libertar-se da ignorância primeira, do determinismo exclusivamente genético moldado pelo nosso ambiente e / ou social circundante de apetites e impulsos que a convivência ensina a controlar. Nenhum dos seres vivos é "livre" , se por isso entendermos capaz de se inventar totalmente a si próprio a despeito da sua herança biológica e das suas circuntâncias ambientais não pode aspirar a mais que uma melhor ou pior adaptação ao que lhe é imposto. Só nós, humanos, podemos (relativamente, sem dúvida) adaptar o noso meio ambiente às nossas necessidades em vez de simplesmente nos resignarmos a ele, compensar por meio do apoio da sociedade as nossas insuficiências zoológicas e romper as fatalidades hereditárias" (pág.98-99)

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Cão como nós

A relação entre o homem e o seu animal de estimação leva-nos a reflectir sobre os sentimentos humanos... Bom para alertar a humanidade para a importância das emoções...

Marley e eu

Uma história hilariante sobre um cão fora do vulgar... ideal para rir e descontrair!... AH! Ah!... e para chorar...

Leituras para o Verão

ooo




imagem retirada daqui

Concurso «O saber ocupa lugar»